sexta-feira, 29 de junho de 2012

 O post de hoje mostra que imaginação para se criar motos não falta! 

Essa moto embora seja no estilo Custom, por ter dois motores e um design futurista, não se enquadra em nenhum segmento. Ela é fabricada pela The German Motorcycle Authority e possui nada menos do que dois motores Harley-Davidson de 1.340 cc cada um.  
Parece um absurdo (e é). Com 2.680 cc, esta moto pesa 400 quilos e possui pouco mais de 160 cavalos de potência (80cv cada motor).

Essa moto não é a primeira e nem será a última exótica produzida pela empresa, para ver outras acesse http://www.german-motorcycle-authority.com/


E você achando sua moto estilosa...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Americanos produzem moto em homenagem a Ayrton Senna


A paixão por Ayrton Senna não está restrita ao público brasileiro, como mostra a última criação da oficina DP Customs. Localizada no Arizona, Estados Unidos, e especializada na customização de motos, a empresa produziu uma máquina em homenagem ao ex-piloto brasileiro. Chamada de "Defensor", o modelo se destaca por ter as cores do capacete do tricampeão mundial de Fórmula 1.

Segundo seus criadores, Senna foi "um de seus heróis, uma verdadeira lenda das corridas". Feita toda artesanalmente, a moto possui conjunto minimalista. As rodas raiadas são de aro 19" (dianteira) e 16" (traseira).
A traseira não possui suspensão e o amortecimento de impactos fica por conta de molas sob o pequeno assento. O motor utilizado é um bicilíndrico Harley-Davidson de 1.000 cm³.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Falarei hoje de uma competiçao bem curiosa


A versão mini moto tem desempenho de superesportiva, disco de freio flutuante, roda de liga leve, pneu slick, amortecedor de direção e quadro de treliça. Para pilotar, é preciso deixar os pés de lado. O limite maximo de velocidade é de 110km/h.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Comparativo: Dafra Riva 150 x Honda CG 125 Fan x Yamaha YBR 125


Neste comparativo, a Riva enfrenta Yamaha YBR 125 Factor K (R$ 5.830) e Honda CG Fan 125 KS (R$ 5.280), moto que ocupa o posto de mais vendida no Brasil, com cerca de 30.000 unidades mensais. Além desses modelos, a própria Dafra tem outras opções na categoria das utilitárias, que são Speed 150 (R$ 4.490) e Apache 150 (R$ 5.990). A Suzuki possui duas motos na categoria, a Yes 125 (R$ 5.890) e GSR 150i (R$ 6.829), e a Kasinski é representada por Comet 150 (R$ 5.390). A Honda ainda tem CG 150 Fan e CG 150 Titan, ambos modelos mais top da categoria e que já possuem preços muito mais altos - a partir de R$ 6.380
Enquanto ao visual, basta olhar e, mesmo quem não é perito em motos, logo dirá que a Riva possui o visual mais atual. Enquanto CG e YBR mantém a clássica cara de utilitária, o projeto recém-criado da Haojue mostra que as coisas mudaram. Seguindo a tendência da Titan 150, a Riva possui carenagens que envolvem o farol dianteiro e uma pequena bolha sobre o mesmo. As diferenças seguem com pequenas carenagens que envolvem o tanqueCom estas características, a Riva parece estar uma geração à frente de suas concorrentes. Ao passo que YBR e CG passam a impressão de terem parado no tempo.
Piscas, retrovisores e painel também mostram a juventude da Riva. Seu mostrador é misto de analógico e digital, enquanto YBR e CG utilizam modelos totalmente analógicos, com os tradicionais mostradores redondos. A CG nem mostrador de combustível possui.
A Riva chega com apenas uma versão e pacote completo para a categoria. A moto possui partida elétrica, lampejador de farol, freio a disco na dianteira e rodas de liga-leve. Em comparação, as versões básicas de CG e YBR avaliadas são bem simples, ambas com rodas raiadas e com partida elétrica – este dispositivo é muito importante, principalmente em dias frios, quando as motos têm mais dificuldades em pegar. A Yamaha ainda tem lampejador e corta-corrente, item não presente na Riva.
No quesito ergonomia, ao subir na CG fica nítido que a proposta da moto e ser um veículo para enfrentar o trânsito pesado das grandes cidades. Seu conjunto é mais enxuto, o que gera mais facilidade para cortar o trânsito e também certo desconforto para os mais altos. Na sequência aparece a Riva e depois a YBR, a que proporciona mais espaço para o motociclista se encaixar e é a mais confortável. Para o garupa, a Riva é a pior disparado – existem pouca espuma no assento, as pernas ficam demasiadamente flexionadas e o acesso às alças é ruim.
Concluindo, sempre que se fala de motos de origem chinesa no Brasil existe certo preconceito por parte dos consumidores. A Riva chegou para quebrar este paradigma e mostrou que seu conjunto pode brigar com as rivais das tradicionais marcas japonesas. Com grandes atrativos de preço, equipamentos e mesmo desempenho, o modelo da Dafra é o que apresenta melhor custo-benefício. Mesmo assim, os modelos de Honda e Yamaha ainda transmitem mais rigidez de conjunto.
Em curvas, trocas de marchas e superação de buracos nas vias, a 150 da Dafra ainda apresenta mais vulnerabilidade que as concorrentes, com mais torções do chassi. Apesar do comportamento bom, a Riva mostrou que precisa de alguns ajustes para alcançar a linearidade e estabilidade de YBR e CG e ainda resta saber como será a durabilidade da motocicleta. Em contrapartida, Factor e, principalmente a CG 125, sentem o peso da idade e precisam urgente de modernidade.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Moto Chico!
 
Na manhã dessa segunda-feira (19), o secretário de Eventos, Luis Claudio Dias reuniu-se com representantes da diretoria do Moto Chico para alinhar ideias e discutir o planejamento do evento que está na sua 13ª edição. O encontro ocorreu na Secretaria de Eventos, localizada no Centro de Convenções e entre outras informações foi anunciada a data oficial do evento que se realizará nos dias 05, 06, 07 e 08 de julho.
O Moto Chico acontece em Petrolina desde 1999. A ação reúne motociclistas de vários locais do Brasil e do exterior, promove a troca de experiências e movimenta a economia com a exposição de artesanatos regionais, novidades em equipamentos de motos e tecnologias automotivas, além de contribuir para o aumento do turismo na região do Vale do São Francisco.
Neste ano, o Moto Chico homenageará Luiz Gonzaga, pelo seu centenário e devido essa comemoração haverá o estilo musical do forró, que possivelmente será tocado na segunda noite do evento (06). Dentro da programação também estarão inclusos algumas bandas regionais como: Carrancudos, Rukha, Cabelo de Serpente, Samba de Veio, entre outros.
Ano passado estive lá, um evento muito bem organizado, tirando um pessoal que estava no lugar errado, só fazendo barulho com aqueles escapamentos. Entretanto, este ano está proibida a entrada de qualquer moto que venha a prejudicar a essência do evento!
Até mais!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Mais um post para os que gostam de motos off-road

Mantendo as características técnicas de seus modelos, a Yamaha acaba de apresentar a linha 2013 de seus modelos off-road na Europa. Entre as motocicletas que receberam atualizações estéticas, estão as top de linha YZ 450 F e YZ 250 F, além de modelos menos radicais, como YZ 250, YZ 125, YZ 85 e até a pequena PW 50 - moto destinada a crianças iniciantes.
As alterações foram pequenas, como é possível ver na YZ 450 F, os grafismos das caranagens são novos e houve mudanças de cores em alguns itens - caso dos protetores laterais do tanque, que passam a ser branco no lugar dos antigos negros.
Outra novidade da 450 F é acessório Power Tuner, que, na Itália, vem junto com a moto e permite regular a injeção de combsutível de acordo com a escolha do usuário.
Outra novidade da 450 F é acessório Power Tuner, que, na Itália, vem junto com a moto e permite regular a injeção de combsutível de acordo com a escolha do usuário.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Harley-Davidson Sportster 1200
 
Os fãs de motos custom ganham cada vez mais opções do segmento no mercado brasileiro. Com a chegada oficial da Harley-Davidson ao país, em 2011, o avanço foi grande nesta área, já que a marca é a principal referência mundial deste nicho
A Sportster 1200 Custom foi apresentada pela marca no Salão Duas Rodas 2011 e possui “motorzão” e visual clássico, atrativos essenciais para conquistar os consumidores deste tipo de moto.
Apesar de seu conjunto pesado (251 kg), na prática, a 1200 Custom se sai muito bem para deslocamentos urbanos. Com desenho minimalista, a moto não trava entre os carros e é fácil de manobrar.
É possível até “queimar pneu” nas arrancadas mais fortes e, com piso molhado, a moto pode perder a tração da roda traseira com facilidade. Ou seja, é necessário maior cuidado nesta situação para evitar derrapagens
Apesar dessa característica, a moto tem boa estabilidade em curvas, graças às suas suspensões firmes. Não fosse o conjunto que limita as inclinações, a 1200 Custom poderia contornar as curvas com ainda mais velocidade.
Apesar de sua aparência de estradeira, a 1200 Custom pode ser opção para quem deseja uma moto para uso diário e depois viajar no fim de semana, sem passageiro na garupa, de preferência. Tirando a baixa potência dos freios e a falta de ABS, o modelo tem comportamento bom e, em muitos quesitos, superior ao dos principais concorrentes.
O valor dela está entre R$ 33.000,00

sexta-feira, 15 de junho de 2012


Falarei hoje de um tipo de competição de motos chamada Enduro, para quem gosta de motos offroad é uma boa!
Enduro é uma modalidade fora de estrada de motociclístico.
É uma prova de regularidade que realiza-se num percurso de veredas, pistas ou estradas abertas à circulação normal. Integradas ao percurso, encontram-se várias provas classificatórias (organizadas em locais fechados ao tráfego normal, sob quaisquer condições do tempo), na qual o desempenho do piloto é determinante para sua classificação no enduro.
Devem realizar-se 3 ou mais voltas ao percurso em cada dia de prova. Cada volta deve ter uma distância máxima de 50 quilômetros, incluindo as classificatórias. O tempo máximo para percorrer cada volta deve ser de 1h30min, e a duração de cada dia de competição deve ser entre cinco horas e sete horas.
A entidade máxima da modalidade é o WEC (World Enduro Championship) tutelado pela Federação Internacional de Motociclismo e promovido pela ABC Communication.
O WEC conta presentemente com 3 classes principais: 
-E1 - enduro 1 - motos de até 125 cm3 a dois tempos ou até 250 cm3 a quatro tempos; 
-E2 - enduro 2 - motos de 175 até 250 cm3 a dois tempos ou até 450 cm3 a quatro tempos; 
-E3 - enduro 3 - motos de 250 cm3 para cima a dois tempos ou a quatro tempos.

quinta-feira, 14 de junho de 2012




A história da moto


A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869
 O inventor da motocicleta com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objetivo de testar a praticidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto acionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um garoto de 16 anos filho de Gottlieb.
O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores - veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta - era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guidão, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira? Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adotadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias atuais.
A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125cm3), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que   vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.
 
 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Hoje falarei sobre alguns acessórios para motos, acessórios que ajudam na estetica e que tambem melhoram a ergonomia da moto.

Mata Cachorro ou Protetor de Motor: Serve para proteger o motor da moto em caso de acidente, e em alguns casos serve para proteger as pernas do motociclista. Exitem ainda os Sliders que também é um tipo de mata cachorro, mas seu preço é uma pouco salgado.
Recomendo os modelos francês e street, se for comprar tem que comprar um feito para sua moto, pode parecer tudo igual mas tem diferença, se colocar um de Titan numa Yes, por exemplo, ele encosta no amortecedor, por isso tem que comprar um modelo feito para sua moto.

Alforges: Tipo de bolsa que é colocada na lateral das motos, geralmente vem com um tipo de suporte para n arrannhar a carenagem da moto e maior conforto do passageiro. Existem dois tipos, com franjas e sem, a diferença entre eles está apenas na estetica, a função é a mesma. São usados para guardar objetos, e são muito comuns nas motos Custons, mas há modelos para todos os tipo de moto.


Sissy Bar ou Encosto: Localizado na parte de tras da moto, a sissy bar faz com que o passageiro fique mais confortável na moto, deixando-o com uma melhor postura. Muito útil para quem viaja, já que é muito desconfortável passar varias horas sentado de mal jeito. Ele também ajuda na estética das motos, e é bastante comum nas motos custons.




Em breve falarei de mais alguns acessórios! Até mais!

terça-feira, 12 de junho de 2012

A Kasinski Mirage 250 se destaca como uma das motocicletas que oferecem melhor custo-benefício da categoria. O modelo tem injeção eletrônica “closed loop”, que garante mais eficiência na queima do combustível e com isso um controle mais rígido de emissão de poluentes.
O modelo é ágil, com respostas rápidas do motor. A perfeita distribuição do combustível reforça a suavidade do funcionamento da máquina como um todo.
O clássico motor em “V” de dois cilindros confere superioridade ao modelo. O propulsor da Kasinski Mirage 250 é o conhecido V2 250 cm³ de cilindrada roletado com quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote, com uma das maiores potências específicas da categoria.
A Kasinski Mirage 250 tem câmbio com engates mais precisos e macios, e suspensão dianteira mais longa.
Com acabamento único, o estilo estradeira da Kasinski Mirage 250 cm³ de cilindrada foi valorizado com a adoção de novos emblemas em 3D cromados, novos grafismos em duas cores (“Dual-Tone” em tecnologia “Water Decall”), e exclusivo escape “2 em 1” com catalisador, compondo um conjunto harmonioso e muito mais durável.
O preço dela está entre R$14.000,00. Para os amantes de motos custons de media cilindrada, a Mirage 250 é uma das melhores opções!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Bom, hoje falarei da primeira viagem da minha moto (mirage 150), não foi muita coisa, mas o sulficiente pra um teste. Foram 100km de estrada para uma cidade próxima.
Com velocidade entre 90~110km/h, tudo ocorreu tranquilamente. A moto atendeu minhas expectativas, não fiquei com dor na coluna e não vibrou muito com a alta velocidade ( pra uma moto 150).
Claro, quem quiser fazer uma viagem nunca deve esquecer se usar calça e um sapato, pois são os itens de segurança basicos pra quem vai pegar a estrada.
Em breve pretendo ir mais longe, viajar para uma cidade que fica há uns 200km.
Se você também teve uma experiência como essa compartilhe conosco nos comentários!
Até amanha com mais uma postagem sobre o mundo das motos! Abraços!

sábado, 9 de junho de 2012


O australiano Dean Benstead criou um projeto que pode revolucionar as motocicletas. A “02 Pursuit” é movida por ar comprimido e foi destaque no Melbourne Design Award, o principal prêmio da área na Austrália. É mais uma solução de transporte alternativo de baixa agressão ao meio ambiente.
A moto não possui tanque de combustível, o que a deixa mais leve, e pode atingir até 100 km/h. O motor especial que utiliza ar comprimido se chama “DiPietro”. Futuramente pode servir como alternativa aos combustíveis fósseis.
E o melhor de tudo é que além de a moto não poluir e ser silenciosa, ainda será totalmente fabricada com materiais reciclados.O baixo custo operacional seria perfeito para o meio urbano, fazendo com que o usuário economizasse em todos os detalhes e ainda salvasse o meio ambiente.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Numa olhada rápida apenas na foto, dá pra perceber que ela é muito parecida com a atual Yes, mas tem muitas novidades. O motor é um monocilindro, 4 tempos refrigerado a ar, DOHC (duplo comando no cabeçote) com eixo balanceador, que gera 12 cv de potência e é alimentado por sistema de injeção eletrônica. O câmbio é de 6 marchas.
O novo painel de instrumentos é acionado eletronicamente (sem cabos), tem displat digital em LCD e traz as tradicionais luzes-espia de pisca, luz alta, neutro e indicadora de falha e diagnose do sistema de injeção de combustível (FI), além do indicador de marcha engatada. Os espelhos retrovisores são cromados, assim como a tampa do bocal de abastecimento, que é feita em alumínio. Há travas de capacete sob o banco e as pedaleiras do piloto são retráteis .Um destaque da nova Suzuki GSR 150i são os amortecedores traseiros hidráulicos e pressurizados a gás com câmara de expansão de óleo externa. Os amortecedores traseiros também são equipados com sistema de ajuste rápido de pré-carga da mola. Ela tem ainda o sensor de acionamento da embreagem interligado ao sistema de partida para
evitar a partida do motor com a moto engrenada.
Seu valor está em volta de R$ 6.800,00.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

                         
 
Hoje falarei dos comandos avançados, um sistema que integra o cambio e o sistema de freio traseiro. O comando avançados serve para melhorar a ergonomia das motos, pricipalmente das motos custons de baixa cilidrada.
O comando avançado da empresa Dalavas é a melhor opção. Em aço cromado, o avanço deixa a moto com um estilo diferenciado. Além de melhorar sensivelmente a posição de pilotagem.
Possui total adaptação na moto. Pode ser instalado em casa mesmo, sem necessidade de conhecimento de mecânica Para a segurança do piloto, o comando funciona também como um Mata cachorro, pois fica na mesma posição que o outro acessório ficaria. Acredito ser mais eficiente, por ser mais “largo” que o dog killer.
A adaptação do sistema de freio é total; Sai todo o sistema de freio anterior: pedaleira completa e sistema de comunicação de frenagem e entra o sistema inteiro da Dalavas.
O comando adapta também o sistema de luz do freio.
A instalação do avanço de câmbio é imediata. Retirada total do sistema anterior e colocação do sistema Dalavas.
Obs: Antes de fazer a instalação do sistema, lubrifique as peças a serem instaladas e os locais de atrito entre peças
 

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Novo modelo reúne tecnologia e qualidade, além de posicionar a marca no segmento das super esportivas de 250cc, além de pertencer à família CBR.
Pilotagem prazerosa, estilo esportivo, motor eficiente e design arrojado. Estas são as principais características de uma das motocicletas mais vendidas e admiradas no mundo em sua categoria: a nova Honda CBR 250R, que a partir deste mês, passa a ser comercializada pela rede de concessionárias Honda em todo o Brasil.
O modelo entra para o line-up da marca, visando ser uma motocicleta de entrada na categoria Super Sport, além de oferecer aos consumidores brasileiros mais uma opção para quem deseja uma moto esportiva de média cilindrada. A CBR 250R combina o DNA da linha CBR a atributos como fácil manutenção, excelente dirigibilidade, alta tecnologia e ótimo custo/benefício. É a opção ideal para quem busca uma motocicleta para o lazer, locomoção no dia a dia e valoriza o design esportivo.
Disponível nas cores preta e azul (versão C-ABS está disponível apenas na cor azul), a CBR 250R tem previsão de vendas acima de 6.700 unidades em 2012. Seu preço público sugerido é de R$ 15.490,00, e R$ 17.990,00 para a versão com freios C-ABS (valores com base no Estado de São Paulo, não incluem despesas com frete e seguro). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.